sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

De que tamanho é essa crise?

Há quem acredite que a crise financeira internacional vai passar logo; outros, nem tanto. De qualquer maneira que você veja a situação, um dos principais resultados dessa crise (de curta, média ou longa duração, pouco importa quem esteja certo: políticos ou os economistas e analistas....) a economia mundial nunca mais será a mesma. E isso forçosamente inclui o Brasil.
Também aqui não importa nesse momento qual é o tamanho do estrago e quão ele é duradouro. A crise veio para ficar. Os seus efeitos vão ser sentidos ao longo do tempo (mais ou menos), atinge a forma e o conteúdo dos negócios, e nenhum empresário ou empreendedor deixou de pensar nela e seus nos negócios.
Pode escolher o setor e/ou segmento econômico: indústria, comércio ou serviços; de grandes a microempresas; dos governos ao camelô da esquina, passando pelos profissionais liberais. Todos somos afetados.
Vamos sobreviver? Acredito que sim, mesmo que com danos. Mas a pergunta mais importante nesse cenário de muitas dúvidas é: como vamos sair dessa crise? Melhor preparados ou direto para qualquer muro de lamentações? Para um emprego melhor ou de volta para o passado?
Essas são as grandes respostas de que precisamos. E não vamos encontrá-las na mídia ou na web, pois ela não está em “NENHUM LUGAR”. Bom, a bem da verdade, não está em nenhum lugar lá fora. Mas bem que poderia, não é mesmo? Seriam bem mais fácil do que reforçar nossos objetivos e alcançar nossos sonhos.
É a qualidade dessas respostas que temos de buscar e vamos dar a nós mesmos que vai determinar, de fato, como a crise nos afeta. Como reagiremos a ela. E de que forma pretendemos sair.
Respostas fáceis (todos nós as desejamos, não é mesmo? Até mesmo eu e você, às vezes...) do tipo “essa crise vai passar logo”; “não vou mudar nada na minha vida por causa disso”, ou “a crise está afetando os outros e não a mim” e outros escapismos, tendem a nos conduzir por caminhos difíceis, por desconsiderar os riscos e achar que estamos imunes. “Isso não é problema meu”. Lembra dessa frase?
Não dê pouca importância àquilo cuja dimensão desconhece. Já que somos obrigados a lidar com a crise, valorize-se e invista em você. Assim, seja de que tamanho for (uma marolinha ou um tsunami....), a crise servirá para que nos tornemos pessoas e profissionais melhores, mais aptos a viver no mundo pós-crise. Só você pode fazer a diferença, para você mesmo.

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